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“Tu não precisas só de uma Leica, também precisas de uma cabeça e de um olho.”

Em 1914, Oskar Barnack, empregado na empresa óptica Leitz na cidade alemã de Wetzlar e um apaixonado cineasta amador, desenvolveu a primeira câmara em miniatura que não utilizava exposição de placa de vidro como outras câmaras na altura, mas rolos de filmes. Após a sua introdução no mercado em 1924, tornou-se um sucesso internacional e o seu tamanho compacto permitiu todo um novo género de fotografia. Desde 2014, a exposição “Olhos bem abertos! – 100 anos de Fotografia Leica” tem explorado a cultura que rodeia esta máquina e tem apresentado as melhores obras do século em várias cidades europeias.”

Rodas da Arte

“Eu sonhava tornar-me actor. Em vez disso crio esculturas de pneus.”

O que é que vais estudar? vs O que é que vais fazer? : Retrato de uma diferença cultural

Depois de terminar os estudos secundários, ir directamente para a universidade pode parecer o passo lógico e inclusivamente o único em países como Espanha. Contudo, noutros países, como na Alemanha, os “gap year” estão na ordem do dia. Uma diferença cultural mostrada em duas questões: O que vais estudar? vs O que vais fazer? E explicada através da experiência de Erasmus da autora.

A Europa e eu – uma carta de amor

A Europa está a atravessar um período difícil e apenas com fé, e também um pouco de idealismo, é que podemos superar esta crise. Numa carta ao seu continente de origem, a nossa autora relembra os melhores momentos de uma juventude partilhada entre as duas e acalenta esperanças para o futuro. Uma carta de amor para a Europa.

Um novo começo

No centro educacional Kolping, em Schwandorf, na Alemanha, refugiados e imigrantes de todo o mundo partilham uma sala de aula. Diferentes culturas, problemas do dia-a-dia, e esperanças de um futuro melhor moldam a experiência educativa.

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A Europa e eu – uma carta de amor

A Europa está a atravessar um período difícil e apenas com fé, e também um pouco de idealismo, é que podemos superar esta crise. Numa carta ao seu continente de origem, a nossa autora relembra os melhores momentos de uma juventude partilhada entre as duas e acalenta esperanças para o futuro. Uma carta de amor para a Europa.

Poliamor – Três perspectivas

Ultimamente, o conceito de poliamor está em todos os media. A noção básica: ter mais que uma relação. Mas o que é que isso significa para quem está envolvido, o que é que sentem – e o que leva as pessoas a fazê-lo?

Quatro visões sobre uma realidade: A homossexualidade na Rússia

Falámos com Andrey Glushkó, que se mudou para Espanha para viver em “liberdade”, a sua amiga Anastasiya Belickaya, a jovem politóloga Nina Ivanova e o correspondente em Moscovo do jornal espanhol El Mundo, para descobrir porque é que 74% dos russos não aceitam a homossexualidade em situações sociais.

Existe um choque cultural entre casais de nacionalidades diferentes?

Casais de diferentes nacionalidades são uma realidade cada vez mais comum em nossa sociedade globalizada. As deslocações para viagens, trabalho e estudos permitem o surgimento de novas relações em que a comunicação e o respeito pelas tradições do parceiro são chaves primordiais para a prosperidade da união. Entretanto, estas pessoas também são vítimas de numerosos problemas, com destaque para os infinitos trâmites burocráticos e a discriminação.

Gosto dos meus homens…

Talvez seja o sotaque estrangeiro quando fala que te derrete o coração. Talvez seja como te segura, ou te despe, ou te sussura no ouvido, que te deixa louca. Talvez seja a forma como a cor da pele dele se mistura com a tua de uma maneira tão perfeita que nada se compara. É assim que gosto dos meus homens. Como gostas dos teus?

“Tu não precisas só de uma Leica, também precisas de uma cabeça e de um olho.”

Em 1914, Oskar Barnack, empregado na empresa óptica Leitz na cidade alemã de Wetzlar e um apaixonado cineasta amador, desenvolveu a primeira câmara em miniatura que não utilizava exposição de placa de vidro como outras câmaras na altura, mas rolos de filmes. Após a sua introdução no mercado em 1924, tornou-se um sucesso internacional e o seu tamanho compacto permitiu todo um novo género de fotografia. Desde 2014, a exposição “Olhos bem abertos! – 100 anos de Fotografia Leica” tem explorado a cultura que rodeia esta máquina e tem apresentado as melhores obras do século em várias cidades europeias.”

Rodas da Arte

“Eu sonhava tornar-me actor. Em vez disso crio esculturas de pneus.”

Construindo os nossos sonhos

Petros tem 28 anos e é actor de teatro. Há alguns anos atrás, após terminar a sua licenciatura em Finanças, enfrentou um dilema: encontrar um trabalho relacionado com os seus estudos, ou seguir o caminho incerto de actor. Ele escolheu o último. Encontrámo-nos com ele para perceber o que significa perseguir os nossos sonhos.

A cantiga é uma arma

As canções de protesto são comuns em todos os países. Características principalmente dos anos 60 e 70, quando o rock e o folk ganharam uma grande carga política e social, falando sobre o mundo, sexo, as relações entre pessoas, poder, discriminação – pedem mudança e denunciam o que está errado. Estas canções são especialmente importantes e corajosas em países onde combater a opressão pode custar-te a vida. E esse foi o caso em Portugal, durante os quarenta anos de ditadura que culminaram na Revolução dos Cravos, em 1974.

Deportação Cultural

Em 2012, sete corajosos amigos fundaram um negócio social que consiste numa “cozinha de bicicletas” e num pequeno e acolhedor bar em Novi Sad, no norte da Sérbia. Anna, Suzzy, Lani, Danny, Mary, Pavel e Simon passam o seu tempo a ensinar aos outros como reparar as suas bicicletas, a organizar workshops e cursos de línguas, a maior parte deles grátis.

Cozinhando com a avó (Armênia): Tolma

Neste episódio de “Cozinhando com a avó”, Tatev e sua avó fazem um dos pratos favoritos da Armênia: Tolma, carnes recheadas em algum tipo de vegetal (pimentão, tomate, berinjela) ou embrulhadas em folhas (folhas de videira ou repolho) e cozidas em um grande pote.

Pobreza versus altruísmo: As duas caras da atual crise

A crise espanhola causou mudanças na vida de muitas pessoas. Através da perspectiva de um desabrigado, este artigo analizará o trabalho social de uma ONG e os motivos pelos quais muitas pessoas recusam sua ajuda.

Mercado de Fusão – uma explosão de sabores estrangeiros

A selva urbana lisboeta oferece um espaço de fusão onde o antigo e a modernidade se misturam, com uma gastronomia e cultura do mundo inteiro.

O que é que vais estudar? vs O que é que vais fazer? : Retrato de uma diferença cultural

Depois de terminar os estudos secundários, ir directamente para a universidade pode parecer o passo lógico e inclusivamente o único em países como Espanha. Contudo, noutros países, como na Alemanha, os “gap year” estão na ordem do dia. Uma diferença cultural mostrada em duas questões: O que vais estudar? vs O que vais fazer? E explicada através da experiência de Erasmus da autora.

A Europa e eu – uma carta de amor

A Europa está a atravessar um período difícil e apenas com fé, e também um pouco de idealismo, é que podemos superar esta crise. Numa carta ao seu continente de origem, a nossa autora relembra os melhores momentos de uma juventude partilhada entre as duas e acalenta esperanças para o futuro. Uma carta de amor para a Europa.

A opinião actual da juventude sobre a Europa

9 de Maio é o dia da Europa, o que quer dizer que celebramos paz e unidade. Para esta ocasião damos aqui um sumário de como a juventude europeia vê a UE.

A cantiga é uma arma

As canções de protesto são comuns em todos os países. Características principalmente dos anos 60 e 70, quando o rock e o folk ganharam uma grande carga política e social, falando sobre o mundo, sexo, as relações entre pessoas, poder, discriminação – pedem mudança e denunciam o que está errado. Estas canções são especialmente importantes e corajosas em países onde combater a opressão pode custar-te a vida. E esse foi o caso em Portugal, durante os quarenta anos de ditadura que culminaram na Revolução dos Cravos, em 1974.

A opinião actual da juventude sobre a Europa

9 de Maio é o dia da Europa, o que quer dizer que celebramos paz e unidade. Para esta ocasião damos aqui um sumário de como a juventude europeia vê a UE.

De Texas a Kharkiv – a perspectiva de um norte-americano na Ucrânia

Nile Miller veio de Austin, Texas, para a cidade de Kharkiv na Ucrânia de Leste como estudante de intercâmbio. Mal sabia que testemunharia uma revolução durante a sua estada no país. Partilha com a MH a sua perspectiva de um país que muitas vezes acha difícil tornar compreensível para os seus conterrâneos.

Protestos na Ucrânia: O que aconteceu até agora

Após semanas, até meses de protesto, é difícil manter um sumário actualizado do que aconteceu na Ucrânia até agora. A equipa da MH resumiu os eventos mais importantes.

Quatro visões sobre uma realidade: A homossexualidade na Rússia

Falámos com Andrey Glushkó, que se mudou para Espanha para viver em “liberdade”, a sua amiga Anastasiya Belickaya, a jovem politóloga Nina Ivanova e o correspondente em Moscovo do jornal espanhol El Mundo, para descobrir porque é que 74% dos russos não aceitam a homossexualidade em situações sociais.

Um novo começo

No centro educacional Kolping, em Schwandorf, na Alemanha, refugiados e imigrantes de todo o mundo partilham uma sala de aula. Diferentes culturas, problemas do dia-a-dia, e esperanças de um futuro melhor moldam a experiência educativa.

A experiência de ser au pair

Tens 18, 25 ou até 30 anos. Queres ver o mundo, viver uma experiência internacional que de certeza te marcará antes de continuares o teu caminho, e o único obstáculo é o preço da aventura. Se além disto tens jeito com crianças, é muito provável que decidas (se não o fizeste já) o mesmo que Esther, Heather, Janika ou Rode: trabalhar como au pair no estrangeiro.

Existe um choque cultural entre casais de nacionalidades diferentes?

Casais de diferentes nacionalidades são uma realidade cada vez mais comum em nossa sociedade globalizada. As deslocações para viagens, trabalho e estudos permitem o surgimento de novas relações em que a comunicação e o respeito pelas tradições do parceiro são chaves primordiais para a prosperidade da união. Entretanto, estas pessoas também são vítimas de numerosos problemas, com destaque para os infinitos trâmites burocráticos e a discriminação.

Meu idioma, minha casa: O Catalão.

Nesta nova série de artigos da Meeting Halfway, “Meu idioma, minha casa”, apresentamos o catalão. Cada língua pertence a uma cultura única, e a uma visão de mundo ligeiramente diferente. Nesta série, nativos de várias regiões europeias nos explicarão o que significa, para eles, o seu idioma e porque é tão importante mantê-lo vivo.

As minhas duas línguas

Ela sempre gostou de francês. Por esta simples razão, Eva decidiu candidatar-se a uma escola pública bilingue. Esta mesma razão levou-a à universidade, onde está agora a estudar francês. Por mais trivial que soe, há apenas uns anos atrás Eva não fazia ideia do quanto a sua vida havia de mudar.

Um novo começo

No centro educacional Kolping, em Schwandorf, na Alemanha, refugiados e imigrantes de todo o mundo partilham uma sala de aula. Diferentes culturas, problemas do dia-a-dia, e esperanças de um futuro melhor moldam a experiência educativa.

As feridas abertas da Bósnia e Herzegovina

As consequências da guerra na Bósnia não terminaram: “a maioria dos jovens bósnios querem ir embora”. Alma, Anela e Srđan contam-nos a realidade de um país ainda dividido e especialistas explicam-nos o que aconteceu.

A realidade dos espanhóis em Berlim

Em apenas um ano, o número de imigrantes espanhóis que chegaram à...

… Estrangeiro aqui, estrangeiro em meu país também

Esta entrevista relata o testemunho pessoal de um jovem imigrante afegão.

“Voltar ao russo não é o mesmo que ao castelhano”

“Voltar ao russo não é o mesmo que ao castelhano / Voltar às duas línguas / Duplamente impossível.” Com estes versos, Natalia Litvinova resume a sua atitude perante a vida como escritora na língua castelhana e tradutora do russo, dois mundos literários que se encontraram por um instante no Meeting Halfway.

O que é que vais estudar? vs O que é que vais fazer? : Retrato de uma diferença cultural

Depois de terminar os estudos secundários, ir directamente para a universidade pode parecer o passo lógico e inclusivamente o único em países como Espanha. Contudo, noutros países, como na Alemanha, os “gap year” estão na ordem do dia. Uma diferença cultural mostrada em duas questões: O que vais estudar? vs O que vais fazer? E explicada através da experiência de Erasmus da autora.

A Europa e eu – uma carta de amor

A Europa está a atravessar um período difícil e apenas com fé, e também um pouco de idealismo, é que podemos superar esta crise. Numa carta ao seu continente de origem, a nossa autora relembra os melhores momentos de uma juventude partilhada entre as duas e acalenta esperanças para o futuro. Uma carta de amor para a Europa.

A experiência de ser au pair

Tens 18, 25 ou até 30 anos. Queres ver o mundo, viver uma experiência internacional que de certeza te marcará antes de continuares o teu caminho, e o único obstáculo é o preço da aventura. Se além disto tens jeito com crianças, é muito provável que decidas (se não o fizeste já) o mesmo que Esther, Heather, Janika ou Rode: trabalhar como au pair no estrangeiro.

Os Meus Caminhos

Nas ruas sinuosas da Arménia sinto-me enjoada e perdida, à espera de chegar ao destino.

Irina no Mundo

Irina é uma jovem mulher romena com uma alma de viajante. Nascida e criada em Bucareste, viaja desde os 9 anos. Faz parte de um coro há 20 anos, e muitas das suas primeiras viagens foram como parte deste grupo.

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